Palavras que marcam, palavras que ficam, palavras grandes, palavras que encantam, palavras que machucam. Palavras esperançosas, palavras brilhantes, palavras do outono, palavras de adolescente, palavras de criança. Palavras bonitas, palavras perfumadas, palavras espinhosas, palavras escritas em uma carta. Palavras que fazem rir, palavras que fazem chorar, palavras que mudam vidas. Palavras que inundam olhos, palavras que abrem sorrisos, palavras que tem sentido contrário, palavras mal-interpretadas.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
São só palavras.
Palavras que marcam, palavras que ficam, palavras grandes, palavras que encantam, palavras que machucam. Palavras esperançosas, palavras brilhantes, palavras do outono, palavras de adolescente, palavras de criança. Palavras bonitas, palavras perfumadas, palavras espinhosas, palavras escritas em uma carta. Palavras que fazem rir, palavras que fazem chorar, palavras que mudam vidas. Palavras que inundam olhos, palavras que abrem sorrisos, palavras que tem sentido contrário, palavras mal-interpretadas.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
De encontro ao nada.
sábado, 23 de agosto de 2008
Promessas esquecidas.
Só não esqueça que quando tudo mudar, eu não vou mais estar aqui. E não pense que quando a luz apagar e você não conseguir enxergar, eu vou acender para você. E não imagine que um dia o destino vai nos juntar, pois eu não vou deixar ele agir. E não almeje que eu serei o culpado da tua felicidade, que eu vou pensar em você quando a noite cair, e que eu deixarei pra ti metade da alegria que sentisse, pois eu não vou estar aqui. E derrepente tudo vai ficar tão feio, a lua vai te olhar e não vai mais te aquecer, pois eu não vou estar aqui... e mesmo que estivesse, não estaria para você.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Um pouco de angústia.
Conversas guardadas em latas, ambição dentro de caixas, pensamentos em potes de plático, sonhos rotulados em conserva. O campo, o calor, o tempo, a cidade, o trânsito, as máscaras feitas de vidro sobre a face de cada um ficam destacadas. Livros, escrituras, folhas de jornal já não fazem mais sentido. Tranqüilas avenidas, portas entreabertas, frestas em quartos sem ar, a vida sem o amor. E eu concordo, o amor onde está?
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Descreva sua vida.

Já fui dormir tão feliz a ponto de não poder fechar os olhos, já perdi milhares de sonhos que deixei serem destruídos, já fiz minhas dúvidas e respondi meus anseios. Já me imaginei num campo, numa praia, numa fazenda. Já me imaginei sozinho, triste, incomodado. Já consegui me ver alegre, sorrindo, cheio de amizades. Já tentei ficar parado, já corri, já cansei. Já pensei realmente sobre meu futuro, sobre as coisas que vão mudar. Já tentei estudar mais, praticar mais esportes, fazer mais amigos. Já tentei amar sem ser amado, já vivi um dia intenso, já vivi um dia extremamente falho. Já toquei violão, já cantei, já estive num palco. Já chorei, já escrevi, já aprendi. Já tive um dia de sol e uma tempestade. Já tive tanta certeza de mim, tentando descobrir quem sou.
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